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Afinal, como posso consumir “essa tal de Cloud”?

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O #hype das tecnologias ligadas aos conceitos de Cloud está no seu auge. O que impressiona é que mesmo após 13 anos da criação de uma das maiores referências em Cloud, a AWS (Março de 2006), os termos e conceitos “dessa tal de Cloud” ainda são intangíveis para a maioria das pessoas.
Existem termos como SaaS, IaaS, PaaS, cloud computing, serverless, contêineres, kubernets.  E a cada dia surgem mais termos e serviços ligados a Cloud. O portfólio da AWS, por exemplo, tem atualmente cerca de 23 categorias e 176 produtos!
Existem diversas publicações que avaliam o momento de cada uma dessas categorias e tecnologias. Um que julgo bem completo é o “Hype Cycle for Cloud Computing” do Gartner.
A leitura e análise da última edição, publicada em 31/07/2018, foi a base para o posicionamento da HYPE no mercado, inclusive.
A figura abaixo, reproduzida como está no material e com todos os créditos ligados ao Gartner, representa graficamente quais disciplinas ligadas a Cloud estão alcançando maturidade, ainda são consideradas embrionárias ou estão chegando ao momento de popularização.
O material completo, cuja leitura recomendo fortemente, detalha cada uma das categorias com a didática impecável dos analistas do Gartner. Temos um post do Linkedin da HYPE que leva ao local de download do arquivo: aqui!
Abaixo, busco deixar mais simples o entendimento de alguns dos termos, em especial aqueles ligados às tecnologias onde a HYPE pode atuar e ajudar você e sua empresa. Mas, note, que os termos abaixo são apenas uma pequena amostragem, talvez apenas os mais populares, do que temos ouvido no mercado atualmente.
Software Defined Infrastructure
Hoje a maioria dos itens relacionados a infraestrutura tem sua versão SD (Software Defined). Temos SDN (Networking), SD-WAN (Wide Area Network), SDA (Access), SDDC (Datacenter), SDS (Storage). Software Defined Anything (SDx) nada mais é do que dar capacidade de automação, controle baseado em políticas, muitas vezes abstrair o hardware e, quando possível, poder de adaptação a falhas, a plataformas até então dependentes de configurações descentralizadas e realizadas por humanos. Exemplos: Cisco ACI, Cisco Viptela, Cisco Hyperflex, VMware vSAN.
IaaS (Infrastructure as a Service)
Ofertas de computação, storage e rede entregues 100% como serviço para o cliente são a base de IaaS. O cliente em vez de adquirir e instalar em seu ambiente os equipamentos e softwares que formam a base para uma estrutura de virtualização (servidores, storages, switches, hypervisors), paga pelo consumo disso, sendo responsável pelo que está acima dessa camada básica, como sistemas operacionais, bancos de dados, etc). AWS e Azure são os maiores exemplos de provedores de IaaS, mas Tivit e Equinix são exemplos de fornecedores que temos atuando no país há anos.
PaaS e Serverless PasS (Platform as a Service)
Talvez um dos temas mais quentes do momento, plataformas Serverless permitem que as aplicações possam ser construídas sem vínculo com sistemas operacionais. É possível consumir a estrutura (normalmente em nuvens públicas como AWS, mas também disponíveis com versões on premisses como Pivotal) sem nenhuma preocupação sobre o que está abaixo dos serviços (como rede, sistemas operacionais, antivirus, etc). Projetos utilizando PaaS normalmente são muito mais baratos que IaaS quando desenvolvidos em nuvens públicas. Exemplos: AWS Lambda, Amazon DynamoDB.
SaaS (Software as a Service)
Software as a Service são serviços onde o cliente consome diretamente a aplicação fim, como e-mail (Office 365), CRM (Sales Force), Webconference (Webex) de um fornecedor que lhe oferece acesso via internet ou link dedicado. Talvez seja o termo que requeira menos apresentações no momento.
Cloud Computing
Sem dúvidas, é um dos termos mais falamos nos últimos anos, pode ser utilizado na forma “private” ou “public”. Existem diversas variações de Cloud Computing, como Hybrid Cloud ou Multicloud. Para ser considerada uma Cloud, em visão simplista, o ambiente deve ser automatizado, escalável e elástico. Um ambiente 100% virtualizado sobre o VMware vSphere e gerenciado pelo vCenter não é uma Cloud se não ter os requisitos anteriores, normalmente entregues por plataformas de Cloud Management como o vRealize.
Multicloud
Multicloud é um caso especial de Hybrid Cloud. Considera-se um cenário de Multicloud quando a empresa usa serviços similares de provedores de Cloud distintos, como IaaS rodando VMs na AWS e também no Azure. Ter serviços distintos em várias nuvens não caracteriza a Multicloud, como usar IaaS na AWS e e-mail no Office365. Multicloud está diretamente ligado com plataformas de Cloud Management (CMP), pois é interesse do cliente consumir a Cloud que naquele momento seja mais vantajosa para seu negócio. O termo, no final das contas, é muito mais um hype que gera confusão do que uma tecnologia nova.
Hybrid Cloud Computing
Nuvens híbridas são aquelas que envolvem infraestrutura de computação on-premisses e também Clouds externas. Para ser considerada uma Cloud, a estrutura deve ser automatizada, escalável e elástica. O natural é um cenário de Hybrid Cloud evoluir para Multicloud por conta das possibilidades de redução de custos e abstração da Cloud utilizada pelos serviços. Nuvens híbridas normalmente são utilizadas para tratar cenários de disaster recovery, HA, otimização de workloads, etc.
Cloud Management Platforms (CMP)
Com o aumento de cenários de Hybrid Cloud e Multicloud, passa a ser mandatório para os clientes uma plataforma que centralize a visibilidade sobre as nuvens, trazendo além de funções de gestão a possibilidade de otimizar custos, seja escolhendo rodar determinados workloads em determinadas nuvens ou indicando a redução dos recursos de alguma instância (scale-in) que seja precificada no modelo pay-as-you-use. Exemplos: Cisco Cloud Center, VMware vRealize.
Se você e sua empresa estão trabalhando em alguns projetos ligados a essas tecnologias, não deixe de bater um papo conosco. Apesar de oferecer a elasticidade, flexibilidade e liberdade que qualquer membro da comunidade de TI sonha, tratar assuntos de Cloud sem levar em conta fatores como segurança, análise de ROI e TCO, bem como performance e conectividade, pode gerar muito mais frustrações do que trazer soluções. Conte com a HYPE para facilitar essa jornada!

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